

Morte, uma carta de despedida
Sou só, naquela casa
um quarto de dormir espaço para pensar acolhido pela solidão entregue ao amor escondido esperando a hóstia sagrada a benção de um pastor amigo o tempo cobra sinceridade triste é o caminho percorrido choro de refúgio nu de vaidades apenas um abrigo para se esconder descobrindo a volúpia de uma depressão sem diálogo, restou palavras de despedidas deixando o coração sóbrio para não mais trabalhar desejo obscuro a morte é sua companheira.
Jose Hilton Rosa
Enviado por Jose Hilton Rosa em 27/06/2026
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