

O sino do espaço avisa
Será tarde quando acordar
os gases inundarão as narinas insanas poucos enxergarão a torre nem a cruz do sofrimento, olharão a camada de ozônio está exaurindo ainda o azul aparece acanhado entre o marrom contaminado as pedras sofrem retorcidas querendo sair do lugar os sinos soam e avisam de outros lugares enquanto supersônicos transitam para visitar a lua deixando o mau cheiro na terra, de onde partiu os sinos avisam, não retirem o uranio da terra e nem pulverize na atmosfera o tempo não espera e nem cura a doença o sofrimento será de quem no futuro nasce outro ar irão respirar pulmões serão contaminados a força do desequilíbrio sopra para todos os lugares a chuva ácida não purifica o ar as torres ainda guardam os sinos incrustados, pesam os badalos o amarelo escuro esconde todos os avisos os homens ficam cegos ao brilho da moeda o verde perde para as emissões de oxigênios contaminados esquecem que a vida é única para cada ser a cada amanhã fica mais triste até o dia não mais amanhecer.
Jose Hilton Rosa
Enviado por Jose Hilton Rosa em 12/02/2026
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